
Escrito por Junior Aguiar
O Carnaval de Olinda é uma das maiores expressões culturais de Pernambuco e uma das festas populares mais reconhecidas do planeta. Para Eugênia Lima, portanto, a dimensão da festa exige que o poder público vá além da organização dos dias de folia e passe a tratar o Carnaval como uma política pública permanente, com planejamento, investimento, valorização dos trabalhadores da cultura e preservação do patrimônio durante todo o ano.
A defesa da vereadora de Olinda e candidata a deputada estadual, Eugênia Lima, parte de uma compreensão simples: embora o Carnaval aconteça em um período específico do calendário, o trabalho que sustenta a festa acontece durante os 12 meses do ano.
São artistas, músicos, agremiações, passistas, artesãos, costureiras, produtores culturais, comerciantes, ambulantes, técnicos, trabalhadores dos serviços e centenas de pessoas que dependem direta ou indiretamente da movimentação cultural e econômica provocada pela festa.
“Quem faz o Carnaval trabalha o ano inteiro. São artistas, agremiações, comerciantes e muitas outras pessoas que precisam de planejamento, investimento e respeito durante todo o ano. Dessa forma, teremos uma festa cada vez mais organizada e que respeita as tradições”, defende Eugênia.
Pensar o Carnaval apenas quando a festa se aproxima significa deixar de enfrentar uma série de problemas que poderiam ser resolvidos com antecedência.
Mobilidade, segurança, limpeza urbana, ordenamento do comércio, infraestrutura, preservação do Sítio Histórico, apoio às agremiações, pagamento de cachês com prazo estabelecido, incentivo à produção cultural local e organização dos eventos são questões que não começam na semana do Carnaval.
Ao contrário, exigem planejamento permanente e diálogo entre o poder público e os diferentes setores envolvidos.
É nesse sentido que Eugênia Lima defende uma mudança na forma como o município pensa a maior festa popular de Olinda.
“O Carnaval é patrimônio, gera renda, movimenta o turismo e precisa ser tratado como uma política permanente”, afirma Eugênia Lima.
A proposta significa reconhecer que a festa não deve ser encarada apenas como um evento que demanda estrutura durante alguns dias, mas como parte da própria identidade cultural, econômica e social de Olinda.
A defesa de uma política pública permanente para o Carnaval está diretamente relacionada a uma das principais iniciativas do mandato de Eugênia Lima: o “Cabe Todo Mundo no Carnaval”.
A iniciativa foi construída como uma política de escuta, reunindo diferentes setores ligados à festa para discutir problemas, apresentar demandas e pensar caminhos para o futuro do Carnaval de Olinda.
Agremiações, trabalhadores da cultura, moradores, comerciantes, produtores e representantes da sociedade civil participaram desse processo, trazendo para o debate experiências e dificuldades vivenciadas na prática.
O objetivo é fazer com que as decisões sobre o Carnaval não sejam tomadas exclusivamente dentro dos gabinetes.
“É ouvindo quem faz a cultura que conseguimos entender onde o poder público precisa avançar”, resume Eugênia.
A ideia também reforça uma característica presente em outras iniciativas do mandato da vereadora: a participação popular como instrumento para construir políticas públicas.
Nesse modelo, ouvir a população não é apenas uma etapa anterior à tomada de decisão. A escuta passa a fazer parte da própria construção da política.
No caso do Carnaval, isso significa reconhecer que quem vive a festa tem conhecimento fundamental para apontar o que funciona, o que precisa ser corrigido e quais mudanças podem fortalecer a tradição cultural de Olinda.
Outro ponto central na defesa de Eugênia Lima é a valorização dos trabalhadores da cultura.
A vereadora tem defendido que não existe política cultural consistente quando os profissionais responsáveis pela realização das atividades não possuem segurança sobre o reconhecimento e o pagamento pelo trabalho realizado.
A discussão sobre os cachês das agremiações e artistas está inserida nesse contexto.
“Não existe valorização da cultura se quem faz a cultura não sabe quando vai receber. O cachê não é favor. É pagamento por um trabalho realizado”, afirma Eugênia.
A questão financeira, portanto, não é apenas administrativa. Ela está diretamente relacionada à capacidade de sobrevivência das manifestações culturais.
Para muitas agremiações e trabalhadores, os recursos recebidos pelo Carnaval ajudam a financiar atividades, figurinos, instrumentos, ensaios, contratação de profissionais e toda uma cadeia produtiva que permanece ativa durante o restante do ano.
Por isso, discutir prazos, planejamento e previsibilidade também significa discutir como garantir a continuidade da cultura popular.

A defesa do Carnaval como política pública permanente também está ligada à preservação do patrimônio cultural de Olinda.
O Carnaval ocupa ruas, ladeiras e espaços que fazem parte da história da cidade. O Sítio Histórico, reconhecido internacionalmente por seu patrimônio arquitetônico e cultural, transforma-se durante a festa em um grande território de manifestação da cultura popular.
Essa característica exige equilíbrio.
É necessário garantir que moradores possam viver a cidade, que os visitantes tenham segurança e estrutura, que os comerciantes possam trabalhar e que as manifestações culturais tenham espaço para acontecer sem que a própria identidade de Olinda seja comprometida.
Por isso, planejamento e preservação precisam caminhar juntos.
“Defender o patrimônio é preservar as pessoas, as tradições, as agremiações e os artistas que dão vida à cidade e mantêm viva a identidade cultural de Olinda”, afirma a vereadora.
A política permanente defendida por Eugênia, portanto, não significa apenas aumentar os investimentos durante o período carnavalesco. Significa construir mecanismos capazes de proteger a festa e seus protagonistas durante todo o ciclo cultural.
A importância do Carnaval também ultrapassa a dimensão cultural.
A festa movimenta restaurantes, hotéis, comércio, transporte, produção cultural, serviços, trabalhadores informais e uma série de outras atividades econômicas.
Em uma cidade turística como Olinda, o Carnaval também contribui para projetar o município nacional e internacionalmente.
Por isso, na avaliação de Eugênia, tratar a festa como política pública significa reconhecer seu impacto sobre diferentes áreas da administração municipal.
Cultura, turismo, mobilidade, segurança, limpeza urbana, saúde, desenvolvimento econômico e preservação patrimonial precisam dialogar na construção de uma estratégia permanente.
Esse planejamento pode contribuir, inclusive, para reduzir problemas que tradicionalmente se repetem a cada Carnaval.
Quanto mais antecipadas forem as discussões, maior será a capacidade do poder público de identificar dificuldades, ouvir os setores envolvidos e encontrar soluções antes que os problemas cheguem às ruas.
A defesa do Carnaval como política pública permanente também se conecta diretamente à concepção de mandato de Eugênia Lima.
A vereadora tem utilizado instrumentos como o Fala, Olinda!, o Gabinete Itinerante, o Fórum dos Bairros e as audiências públicas para aproximar o trabalho legislativo da população.
No Carnaval, essa metodologia ganha uma dimensão ainda mais ampla por envolver diferentes grupos sociais e econômicos.
O “Cabe Todo Mundo no Carnaval” parte justamente da ideia de que uma política para a festa precisa considerar todos aqueles que fazem parte dela.
Não apenas quem se apresenta, mas também quem trabalha, mora, vende, produz, visita e ajuda a manter viva a tradição.
A expressão que dá nome à iniciativa resume essa visão: cabe todo mundo no Carnaval porque a construção da festa também precisa ouvir todo mundo.
Transformar o Carnaval em política pública permanente significa, portanto, mudar o momento em que o poder público começa a pensar a festa.
Em vez de esperar a proximidade do calendário carnavalesco, a proposta é manter durante todo o ano o diálogo com os setores envolvidos, acompanhar as necessidades das agremiações, planejar investimentos, discutir infraestrutura, fortalecer a cultura popular e preservar o patrimônio.
Essa mudança pode produzir resultados não apenas para os dias de Carnaval, mas para toda a cadeia cultural que mantém a festa viva.
“O que vemos nas ruas é resultado de meses de trabalho. É esse trabalho que precisa ser valorizado e protegido”, afirma Eugênia.
A defesa de Eugênia Lima é, portanto, por um Carnaval que não seja lembrado apenas quando as ladeiras começam a receber os primeiros foliões. É por uma política pública capaz de reconhecer que a festa começa muito antes da folia e continua muito depois dela.
Em Olinda, onde a cultura popular está profundamente ligada à identidade da cidade, pensar o Carnaval durante todo o ano significa também pensar no futuro da própria cidade.
E, para Eugênia Lima, esse futuro precisa ser construído com planejamento, investimento, preservação e, principalmente, com a participação de quem mantém o Carnaval vivo.
Escrito por Junior Aguiar
O Carnaval de Olinda é uma das maiores expressões culturais de Pernambuco e uma das festas populares mais reconhecidas do planeta. Para Eugênia Lima, portanto, a dimensão da festa exige que o poder público vá além da organização dos dias de folia e passe a tratar o Carnaval como uma política pública permanente, com planejamento, investimento, valorização dos trabalhadores da cultura e preservação do patrimônio durante todo o ano.
A defesa da vereadora de Olinda e candidata a deputada estadual, Eugênia Lima, parte de uma compreensão simples: embora o Carnaval aconteça em um período específico do calendário, o trabalho que sustenta a festa acontece durante os 12 meses do ano.
São artistas, músicos, agremiações, passistas, artesãos, costureiras, produtores culturais, comerciantes, ambulantes, técnicos, trabalhadores dos serviços e centenas de pessoas que dependem direta ou indiretamente da movimentação cultural e econômica provocada pela festa.
“Quem faz o Carnaval trabalha o ano inteiro. São artistas, agremiações, comerciantes e muitas outras pessoas que precisam de planejamento, investimento e respeito durante todo o ano. Dessa forma, teremos uma festa cada vez mais organizada e que respeita as tradições”, defende Eugênia.
Pensar o Carnaval apenas quando a festa se aproxima significa deixar de enfrentar uma série de problemas que poderiam ser resolvidos com antecedência.
Mobilidade, segurança, limpeza urbana, ordenamento do comércio, infraestrutura, preservação do Sítio Histórico, apoio às agremiações, pagamento de cachês com prazo estabelecido, incentivo à produção cultural local e organização dos eventos são questões que não começam na semana do Carnaval.
Ao contrário, exigem planejamento permanente e diálogo entre o poder público e os diferentes setores envolvidos.
É nesse sentido que Eugênia Lima defende uma mudança na forma como o município pensa a maior festa popular de Olinda.
“O Carnaval é patrimônio, gera renda, movimenta o turismo e precisa ser tratado como uma política permanente”, afirma Eugênia Lima.
A proposta significa reconhecer que a festa não deve ser encarada apenas como um evento que demanda estrutura durante alguns dias, mas como parte da própria identidade cultural, econômica e social de Olinda.
A defesa de uma política pública permanente para o Carnaval está diretamente relacionada a uma das principais iniciativas do mandato de Eugênia Lima: o “Cabe Todo Mundo no Carnaval”.
A iniciativa foi construída como uma política de escuta, reunindo diferentes setores ligados à festa para discutir problemas, apresentar demandas e pensar caminhos para o futuro do Carnaval de Olinda.
Agremiações, trabalhadores da cultura, moradores, comerciantes, produtores e representantes da sociedade civil participaram desse processo, trazendo para o debate experiências e dificuldades vivenciadas na prática.
O objetivo é fazer com que as decisões sobre o Carnaval não sejam tomadas exclusivamente dentro dos gabinetes.
“É ouvindo quem faz a cultura que conseguimos entender onde o poder público precisa avançar”, resume Eugênia.
A ideia também reforça uma característica presente em outras iniciativas do mandato da vereadora: a participação popular como instrumento para construir políticas públicas.
Nesse modelo, ouvir a população não é apenas uma etapa anterior à tomada de decisão. A escuta passa a fazer parte da própria construção da política.
No caso do Carnaval, isso significa reconhecer que quem vive a festa tem conhecimento fundamental para apontar o que funciona, o que precisa ser corrigido e quais mudanças podem fortalecer a tradição cultural de Olinda.
Outro ponto central na defesa de Eugênia Lima é a valorização dos trabalhadores da cultura.
A vereadora tem defendido que não existe política cultural consistente quando os profissionais responsáveis pela realização das atividades não possuem segurança sobre o reconhecimento e o pagamento pelo trabalho realizado.
A discussão sobre os cachês das agremiações e artistas está inserida nesse contexto.
“Não existe valorização da cultura se quem faz a cultura não sabe quando vai receber. O cachê não é favor. É pagamento por um trabalho realizado”, afirma Eugênia.
A questão financeira, portanto, não é apenas administrativa. Ela está diretamente relacionada à capacidade de sobrevivência das manifestações culturais.
Para muitas agremiações e trabalhadores, os recursos recebidos pelo Carnaval ajudam a financiar atividades, figurinos, instrumentos, ensaios, contratação de profissionais e toda uma cadeia produtiva que permanece ativa durante o restante do ano.
Por isso, discutir prazos, planejamento e previsibilidade também significa discutir como garantir a continuidade da cultura popular.

A defesa do Carnaval como política pública permanente também está ligada à preservação do patrimônio cultural de Olinda.
O Carnaval ocupa ruas, ladeiras e espaços que fazem parte da história da cidade. O Sítio Histórico, reconhecido internacionalmente por seu patrimônio arquitetônico e cultural, transforma-se durante a festa em um grande território de manifestação da cultura popular.
Essa característica exige equilíbrio.
É necessário garantir que moradores possam viver a cidade, que os visitantes tenham segurança e estrutura, que os comerciantes possam trabalhar e que as manifestações culturais tenham espaço para acontecer sem que a própria identidade de Olinda seja comprometida.
Por isso, planejamento e preservação precisam caminhar juntos.
“Defender o patrimônio é preservar as pessoas, as tradições, as agremiações e os artistas que dão vida à cidade e mantêm viva a identidade cultural de Olinda”, afirma a vereadora.
A política permanente defendida por Eugênia, portanto, não significa apenas aumentar os investimentos durante o período carnavalesco. Significa construir mecanismos capazes de proteger a festa e seus protagonistas durante todo o ciclo cultural.
A importância do Carnaval também ultrapassa a dimensão cultural.
A festa movimenta restaurantes, hotéis, comércio, transporte, produção cultural, serviços, trabalhadores informais e uma série de outras atividades econômicas.
Em uma cidade turística como Olinda, o Carnaval também contribui para projetar o município nacional e internacionalmente.
Por isso, na avaliação de Eugênia, tratar a festa como política pública significa reconhecer seu impacto sobre diferentes áreas da administração municipal.
Cultura, turismo, mobilidade, segurança, limpeza urbana, saúde, desenvolvimento econômico e preservação patrimonial precisam dialogar na construção de uma estratégia permanente.
Esse planejamento pode contribuir, inclusive, para reduzir problemas que tradicionalmente se repetem a cada Carnaval.
Quanto mais antecipadas forem as discussões, maior será a capacidade do poder público de identificar dificuldades, ouvir os setores envolvidos e encontrar soluções antes que os problemas cheguem às ruas.
A defesa do Carnaval como política pública permanente também se conecta diretamente à concepção de mandato de Eugênia Lima.
A vereadora tem utilizado instrumentos como o Fala, Olinda!, o Gabinete Itinerante, o Fórum dos Bairros e as audiências públicas para aproximar o trabalho legislativo da população.
No Carnaval, essa metodologia ganha uma dimensão ainda mais ampla por envolver diferentes grupos sociais e econômicos.
O “Cabe Todo Mundo no Carnaval” parte justamente da ideia de que uma política para a festa precisa considerar todos aqueles que fazem parte dela.
Não apenas quem se apresenta, mas também quem trabalha, mora, vende, produz, visita e ajuda a manter viva a tradição.
A expressão que dá nome à iniciativa resume essa visão: cabe todo mundo no Carnaval porque a construção da festa também precisa ouvir todo mundo.
Transformar o Carnaval em política pública permanente significa, portanto, mudar o momento em que o poder público começa a pensar a festa.
Em vez de esperar a proximidade do calendário carnavalesco, a proposta é manter durante todo o ano o diálogo com os setores envolvidos, acompanhar as necessidades das agremiações, planejar investimentos, discutir infraestrutura, fortalecer a cultura popular e preservar o patrimônio.
Essa mudança pode produzir resultados não apenas para os dias de Carnaval, mas para toda a cadeia cultural que mantém a festa viva.
“O que vemos nas ruas é resultado de meses de trabalho. É esse trabalho que precisa ser valorizado e protegido”, afirma Eugênia.
A defesa de Eugênia Lima é, portanto, por um Carnaval que não seja lembrado apenas quando as ladeiras começam a receber os primeiros foliões. É por uma política pública capaz de reconhecer que a festa começa muito antes da folia e continua muito depois dela.
Em Olinda, onde a cultura popular está profundamente ligada à identidade da cidade, pensar o Carnaval durante todo o ano significa também pensar no futuro da própria cidade.
E, para Eugênia Lima, esse futuro precisa ser construído com planejamento, investimento, preservação e, principalmente, com a participação de quem mantém o Carnaval vivo.

Mandato popular. Política feita
com presença, escuta e
coragem.
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