Legislativo

Participação popular marca atuação de Eugênia Lima como vereadora em Olinda

Por Junior Aguiar

A participação popular se tornou uma das principais marcas de Eugênia Lima como vereadora em Olinda. A parlamentar tem apostado em diferentes ferramentas para aproximar o trabalho legislativo da população, levando o debate para os bairros, abrindo espaço para escuta direta e transformando demandas apresentadas pelos moradores em ações políticas. Entre essas iniciativas estão o Fala, Olinda!, o Gabinete Itinerante, o Fórum dos Bairros, as audiências públicas e o projeto Cabe Todo Mundo no Carnaval.

Essa é uma forma de fazer política que procura inverter a lógica tradicional: em vez de esperar que o cidadão chegue até a Câmara para apresentar um problema, o mandato vai até onde as pessoas estão.

Fala, Olinda!: quando ouvir a população vira compromisso de mandato

Ainda durante a campanha de 2024, o “Fala, Olinda!” promoveu uma série de encontros e escutas que, segundo registros divulgados à época, alcançaram mais de 1.080 pessoas e contribuíram para a construção de mais de 60 propostas e compromissos políticos. Depois de eleita, Eugênia levou essa experiência para dentro do mandato e transformou a escuta em uma prática permanente de atuação parlamentar.

A retomada ocorreu em janeiro de 2025, quando Eugênia promoveu um encontro para discutir o Carnaval de Olinda. As atividades reuniram representantes de agremiações carnavalescas e abriu uma sequência de encontros voltados a diferentes segmentos envolvidos na festa.

A lógica é simples: ouvir diferentes pessoas sobre um mesmo problema permite que uma política pública seja construída a partir de mais de uma perspectiva.

Foi justamente essa metodologia que permitiu, por exemplo, discutir o Carnaval não apenas com quem organiza a festa, mas também com trabalhadores, moradores e agremiações. Essa experiência seria fundamental para a construção posterior do Cabe Todo Mundo no Carnaval, iniciativa que ampliou a escuta e transformou as contribuições populares em propostas para atualizar as políticas públicas da folia.

Gabinete Itinerante leva a Câmara Municipal para os bairros

Se o Fala, Olinda! cria espaços de diálogo, o Gabinete Itinerante leva fisicamente o mandato para dentro das comunidades.

A proposta foi apresentada como uma forma de aproximar o trabalho legislativo dos moradores, permitindo que as pessoas apresentem reivindicações, relatem problemas e sugiram melhorias diretamente à vereadora e sua equipe. A primeira edição ocorreu na Feira de Rio Doce, em maio de 2025.

A iniciativa também passou por outros territórios. Em agosto daquele ano, por exemplo, o Gabinete Itinerante esteve no centro comercial de Ouro Preto, reunindo moradores e comerciantes para ouvir demandas da região.

O formato tem uma característica importante: ele permite que o mandato enxergue problemas que muitas vezes não aparecem nos debates institucionais.

Uma rua sem manutenção, uma dificuldade de acesso a um serviço público, um problema de infraestrutura ou uma demanda específica de determinada comunidade podem parecer questões pequenas quando analisadas isoladamente. Para quem mora naquele território, entretanto, elas podem representar um problema diário.

É justamente nesse ponto que a participação popular se transforma em instrumento de fiscalização.

Foto: Tiago Calmon

Fórum dos Bairros amplia a escuta territorial

A experiência acumulada com o Gabinete Itinerante abriu espaço para uma nova ferramenta: o Fórum dos Bairros.

A iniciativa foi apresentada como uma forma de ampliar a participação popular e estabelecer uma escuta mais localizada nos diferentes bairros de Olinda. A proposta parte da compreensão de que a cidade não possui uma única realidade: cada comunidade enfrenta problemas, necessidades e potencialidades específicas.

Nesse modelo, o bairro deixa de ser apenas o local onde a política pública será executada e passa a participar da construção dessa política.

"O Fórum dos Bairros é um espaço de troca, de escuta e de fortalecimento da cidadania, onde cada comunidade pode falar da sua realidade e ajudar a pensar os caminhos para uma Olinda mais justa”, destaca Eugênia Lima.

Essa descentralização do debate é especialmente importante em uma cidade com características territoriais tão diversas. A política municipal precisa considerar tanto as demandas do Sítio Histórico quanto as necessidades das áreas periféricas, dos bairros comerciais e das comunidades que enfrentam problemas históricos de infraestrutura e acesso a serviços.

Foto: Tiago Calmon

Audiências públicas transformam a escuta em debate institucional

A participação popular também chega ao plenário da Câmara por meio das audiências públicas.

Nesse caso, o objetivo é transformar uma demanda social em debate institucional, colocando moradores, trabalhadores, especialistas, representantes de entidades e gestores públicos diante do mesmo problema.

Um exemplo foi a audiência pública realizada em fevereiro de 2025 para discutir melhorias para o Carnaval de Olinda. O encontro reuniu moradores do Sítio Histórico, comerciantes, trabalhadores informais e representantes de agremiações, além de integrantes da gestão municipal e de órgãos de segurança.

Entre os assuntos debatidos estavam a circulação de veículos pesados, instalação de banheiros públicos, condições de postes e fiação, abastecimento de água, padronização de barracas, descentralização da folia e monitoramento por câmeras.

A importância desse tipo de audiência está justamente na possibilidade de transformar reclamações dispersas em uma agenda pública organizada.

Outro exemplo ocorreu em julho de 2025, quando Eugênia questionou, durante audiência pública, a falta de detalhamento nas informações apresentadas pela Prefeitura sobre as receitas, despesas e pagamentos relacionados ao Carnaval daquele ano.

Em setembro, a vereadora também participou da discussão sobre a criação de uma Lei Municipal de Economia Solidária, em audiência que reuniu representantes do poder público, entidades e empreendimentos solidários.

Esses exemplos mostram que a audiência pública, para o mandato, não é apenas uma formalidade legislativa. É um mecanismo para colocar problemas concretos da cidade no centro da discussão política.

Enfrentamento ao feminicídio também entra na agenda das audiências públicas

Outro exemplo da atuação de Eugênia Lima por meio das audiências públicas foi o debate sobre as ações de enfrentamento ao feminicídio e à violência contra as mulheres em Olinda.

A discussão levou para o espaço institucional da Câmara Municipal dados sobre a realidade da violência de gênero na cidade e sobre a capacidade do poder público de executar políticas destinadas à proteção das mulheres.

Levantamento apresentado durante a audiência, com base em registros entre 2023 e 2025, apontou uma média de quatro feminicídios por ano em Olinda. Quando considerados outros crimes violentos motivados por gênero, a média chega a sete casos anuais.

Além da gravidade dos números, a audiência chamou atenção para outro problema: a baixa execução dos recursos destinados às políticas públicas para mulheres. Segundo os dados apresentados, o orçamento total de Olinda em 2025 chegou a R$ 1,27 bilhão, mas apenas R$ 165 mil foram destinados a ações voltadas às mulheres — o equivalente a 0,013% do orçamento municipal e a menos de R$ 1 por mulher residente na cidade.

Foto: Tiago Calmon

Cabe Todo Mundo no Carnaval: quando a escuta vira política pública

Entre todas essas experiências, o “Cabe Todo Mundo no Carnaval” representa talvez a síntese mais clara da metodologia adotada por Eugênia Lima.

O projeto foi estruturado como um processo de escuta sobre o futuro do Carnaval de Olinda, envolvendo diferentes segmentos ligados à festa. A proposta buscou ouvir foliões, agremiações, trabalhadores, moradores e outros atores para discutir a atualização da legislação municipal do Carnaval, em vigor desde 2001.

Ao longo do processo, foram reunidas 757 demandas por meio de formulário online, encontros presenciais, oficinas e seminário.

O seminário realizado no auditório da Prefeitura de Olinda, em dezembro de 2025, foi um dos momentos centrais dessa construção. A atividade reuniu e aprofundou as contribuições acumuladas durante as escutas, discutindo planejamento, organização da festa, valorização dos trabalhadores da cultura e atualização da legislação.

Foto: Tiago Calmon

A conexão com outras iniciativas do mandato é evidente

O Carnaval foi discutido no Fala, Olinda!. Depois, as demandas ganharam espaço em audiência pública. Em seguida, o “Cabe Todo Mundo no Carnaval” ampliou a escuta e organizou as contribuições em um processo mais abrangente.

Ou seja: a população fala, o mandato escuta, o debate é organizado e a demanda chega à Câmara.

Da escuta à ação: participação popular não termina no encontro

Um dos pontos mais importantes dessa estratégia é que a participação popular não se encerra quando termina uma reunião.

Em um mandato baseado na escuta, o encontro é apenas o começo.

As demandas apresentadas pelos moradores podem se transformar em requerimentos, pedidos de informação, projetos de lei, audiências públicas, fiscalizações ou cobranças ao Poder Executivo.

Uma nova relação entre vereadora e população de Olinda

A proposta de aproximar o mandato da população também representa uma mudança na própria compreensão sobre o papel de uma vereadora.

Tradicionalmente, a atividade parlamentar é associada ao plenário, às sessões legislativas e à apresentação de projetos. Esses instrumentos continuam sendo fundamentais, mas não são suficientes para compreender uma cidade inteira.

"Olinda é formada por comunidades com histórias, necessidades e realidades diferentes. Por isso, conhecer a cidade exige presença nos territórios", destaca Eugênia.

Nesse sentido, o Gabinete Itinerante e o Fórum dos Bairros cumprem uma função complementar às atividades da Câmara. Enquanto o Legislativo possui um espaço institucional próprio, essas iniciativas levam o mandato para as ruas.

Já o Fala, Olinda! cria espaços temáticos de diálogo, enquanto as audiências públicas ampliam a discussão para dentro da estrutura institucional.

O resultado é uma rede de participação que conecta bairro, população, mandato e Câmara Municipal.

Por Junior Aguiar

A participação popular se tornou uma das principais marcas de Eugênia Lima como vereadora em Olinda. A parlamentar tem apostado em diferentes ferramentas para aproximar o trabalho legislativo da população, levando o debate para os bairros, abrindo espaço para escuta direta e transformando demandas apresentadas pelos moradores em ações políticas. Entre essas iniciativas estão o Fala, Olinda!, o Gabinete Itinerante, o Fórum dos Bairros, as audiências públicas e o projeto Cabe Todo Mundo no Carnaval.

Essa é uma forma de fazer política que procura inverter a lógica tradicional: em vez de esperar que o cidadão chegue até a Câmara para apresentar um problema, o mandato vai até onde as pessoas estão.

Fala, Olinda!: quando ouvir a população vira compromisso de mandato

Ainda durante a campanha de 2024, o “Fala, Olinda!” promoveu uma série de encontros e escutas que, segundo registros divulgados à época, alcançaram mais de 1.080 pessoas e contribuíram para a construção de mais de 60 propostas e compromissos políticos. Depois de eleita, Eugênia levou essa experiência para dentro do mandato e transformou a escuta em uma prática permanente de atuação parlamentar.

A retomada ocorreu em janeiro de 2025, quando Eugênia promoveu um encontro para discutir o Carnaval de Olinda. As atividades reuniram representantes de agremiações carnavalescas e abriu uma sequência de encontros voltados a diferentes segmentos envolvidos na festa.

A lógica é simples: ouvir diferentes pessoas sobre um mesmo problema permite que uma política pública seja construída a partir de mais de uma perspectiva.

Foi justamente essa metodologia que permitiu, por exemplo, discutir o Carnaval não apenas com quem organiza a festa, mas também com trabalhadores, moradores e agremiações. Essa experiência seria fundamental para a construção posterior do Cabe Todo Mundo no Carnaval, iniciativa que ampliou a escuta e transformou as contribuições populares em propostas para atualizar as políticas públicas da folia.

Gabinete Itinerante leva a Câmara Municipal para os bairros

Se o Fala, Olinda! cria espaços de diálogo, o Gabinete Itinerante leva fisicamente o mandato para dentro das comunidades.

A proposta foi apresentada como uma forma de aproximar o trabalho legislativo dos moradores, permitindo que as pessoas apresentem reivindicações, relatem problemas e sugiram melhorias diretamente à vereadora e sua equipe. A primeira edição ocorreu na Feira de Rio Doce, em maio de 2025.

A iniciativa também passou por outros territórios. Em agosto daquele ano, por exemplo, o Gabinete Itinerante esteve no centro comercial de Ouro Preto, reunindo moradores e comerciantes para ouvir demandas da região.

O formato tem uma característica importante: ele permite que o mandato enxergue problemas que muitas vezes não aparecem nos debates institucionais.

Uma rua sem manutenção, uma dificuldade de acesso a um serviço público, um problema de infraestrutura ou uma demanda específica de determinada comunidade podem parecer questões pequenas quando analisadas isoladamente. Para quem mora naquele território, entretanto, elas podem representar um problema diário.

É justamente nesse ponto que a participação popular se transforma em instrumento de fiscalização.

Foto: Tiago Calmon

Fórum dos Bairros amplia a escuta territorial

A experiência acumulada com o Gabinete Itinerante abriu espaço para uma nova ferramenta: o Fórum dos Bairros.

A iniciativa foi apresentada como uma forma de ampliar a participação popular e estabelecer uma escuta mais localizada nos diferentes bairros de Olinda. A proposta parte da compreensão de que a cidade não possui uma única realidade: cada comunidade enfrenta problemas, necessidades e potencialidades específicas.

Nesse modelo, o bairro deixa de ser apenas o local onde a política pública será executada e passa a participar da construção dessa política.

“O Fórum dos Bairros é um espaço de troca, de escuta e de fortalecimento da cidadania, onde cada comunidade pode falar da sua realidade e ajudar a pensar os caminhos para uma Olinda mais justa”, destaca Eugênia Lima.

Essa descentralização do debate é especialmente importante em uma cidade com características territoriais tão diversas. A política municipal precisa considerar tanto as demandas do Sítio Histórico quanto as necessidades das áreas periféricas, dos bairros comerciais e das comunidades que enfrentam problemas históricos de infraestrutura e acesso a serviços.

Foto: Tiago Calmon

Audiências públicas transformam a escuta em debate institucional

A participação popular também chega ao plenário da Câmara por meio das audiências públicas.

Nesse caso, o objetivo é transformar uma demanda social em debate institucional, colocando moradores, trabalhadores, especialistas, representantes de entidades e gestores públicos diante do mesmo problema.

Um exemplo foi a audiência pública realizada em fevereiro de 2025 para discutir melhorias para o Carnaval de Olinda. O encontro reuniu moradores do Sítio Histórico, comerciantes, trabalhadores informais e representantes de agremiações, além de integrantes da gestão municipal e de órgãos de segurança.

Entre os assuntos debatidos estavam a circulação de veículos pesados, instalação de banheiros públicos, condições de postes e fiação, abastecimento de água, padronização de barracas, descentralização da folia e monitoramento por câmeras.

A importância desse tipo de audiência está justamente na possibilidade de transformar reclamações dispersas em uma agenda pública organizada.

Outro exemplo ocorreu em julho de 2025, quando Eugênia questionou, durante audiência pública, a falta de detalhamento nas informações apresentadas pela Prefeitura sobre as receitas, despesas e pagamentos relacionados ao Carnaval daquele ano.

Em setembro, a vereadora também participou da discussão sobre a criação de uma Lei Municipal de Economia Solidária, em audiência que reuniu representantes do poder público, entidades e empreendimentos solidários.

Esses exemplos mostram que a audiência pública, para o mandato, não é apenas uma formalidade legislativa. É um mecanismo para colocar problemas concretos da cidade no centro da discussão política.

Enfrentamento ao feminicídio também entra na agenda das audiências públicas

Outro exemplo da atuação de Eugênia Lima por meio das audiências públicas foi o debate sobre as ações de enfrentamento ao feminicídio e à violência contra as mulheres em Olinda.

A discussão levou para o espaço institucional da Câmara Municipal dados sobre a realidade da violência de gênero na cidade e sobre a capacidade do poder público de executar políticas destinadas à proteção das mulheres.

Levantamento apresentado durante a audiência, com base em registros entre 2023 e 2025, apontou uma média de quatro feminicídios por ano em Olinda. Quando considerados outros crimes violentos motivados por gênero, a média chega a sete casos anuais.

Além da gravidade dos números, a audiência chamou atenção para outro problema: a baixa execução dos recursos destinados às políticas públicas para mulheres. Segundo os dados apresentados, o orçamento total de Olinda em 2025 chegou a R$ 1,27 bilhão, mas apenas R$ 165 mil foram destinados a ações voltadas às mulheres — o equivalente a 0,013% do orçamento municipal e a menos de R$ 1 por mulher residente na cidade.

Foto: Tiago Calmon

Cabe Todo Mundo no Carnaval: quando a escuta vira política pública

Entre todas essas experiências, o “Cabe Todo Mundo no Carnaval” representa talvez a síntese mais clara da metodologia adotada por Eugênia Lima.

O projeto foi estruturado como um processo de escuta sobre o futuro do Carnaval de Olinda, envolvendo diferentes segmentos ligados à festa. A proposta buscou ouvir foliões, agremiações, trabalhadores, moradores e outros atores para discutir a atualização da legislação municipal do Carnaval, em vigor desde 2001.

Ao longo do processo, foram reunidas 757 demandas por meio de formulário online, encontros presenciais, oficinas e seminário.

O seminário realizado no auditório da Prefeitura de Olinda, em dezembro de 2025, foi um dos momentos centrais dessa construção. A atividade reuniu e aprofundou as contribuições acumuladas durante as escutas, discutindo planejamento, organização da festa, valorização dos trabalhadores da cultura e atualização da legislação.

Foto: Tiago Calmon

A conexão com outras iniciativas do mandato é evidente

O Carnaval foi discutido no Fala, Olinda!. Depois, as demandas ganharam espaço em audiência pública. Em seguida, o “Cabe Todo Mundo no Carnaval” ampliou a escuta e organizou as contribuições em um processo mais abrangente.

Ou seja: a população fala, o mandato escuta, o debate é organizado e a demanda chega à Câmara.

Da escuta à ação: participação popular não termina no encontro

Um dos pontos mais importantes dessa estratégia é que a participação popular não se encerra quando termina uma reunião.

Em um mandato baseado na escuta, o encontro é apenas o começo.

As demandas apresentadas pelos moradores podem se transformar em requerimentos, pedidos de informação, projetos de lei, audiências públicas, fiscalizações ou cobranças ao Poder Executivo.

Uma nova relação entre vereadora e população de Olinda

A proposta de aproximar o mandato da população também representa uma mudança na própria compreensão sobre o papel de uma vereadora.

Tradicionalmente, a atividade parlamentar é associada ao plenário, às sessões legislativas e à apresentação de projetos. Esses instrumentos continuam sendo fundamentais, mas não são suficientes para compreender uma cidade inteira.

“Olinda é formada por comunidades com histórias, necessidades e realidades diferentes. Por isso, conhecer a cidade exige presença nos territórios”, destaca Eugênia.

Nesse sentido, o Gabinete Itinerante e o Fórum dos Bairros cumprem uma função complementar às atividades da Câmara. Enquanto o Legislativo possui um espaço institucional próprio, essas iniciativas levam o mandato para as ruas.

Já o Fala, Olinda! cria espaços temáticos de diálogo, enquanto as audiências públicas ampliam a discussão para dentro da estrutura institucional.

O resultado é uma rede de participação que conecta bairro, população, mandato e Câmara Municipal.

Mandato popular. Política feita
com presença, escuta e
coragem.

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